Viver o evangelho e estar preparados para a vida eterna

Nomeações para cargos

 


temer-2012-wikipedia

  1. Data: 10/09/2016
  2. Veículo: CORREIO BRAZILIENSE – DF
  3. Editoria: POLÍTICA
  4. Página: A02
  5. Assunto principal: BANCO DO BRASIL
  6. Veja a página da matéria
  7. Formato A4: PDF WEB

O perdão do partido e o conselho para que conceda menos entrevistas polêmicas foram as chaves que garantiram, ao menos por enquanto, a permanência de Ricardo Barros (PR) no Ministério da Saúde. Senadores e deputados da legenda criticavam Barros, alegando dificuldades em nomear nomes para os demais postos do ministério.

Mas a cúpula partidária percebeu que intensificar a pressão pela saída do ministro poderia significar a perda de uma das pastas mais robustas da Esplanada e preferiram não arriscar. Quando Temer desenhava o seu primeiro ministério, ainda durante a interinidade, pensou em indicar Raul Cutait, cirurgião gástrico do Hospital Sírio-Libanês, para o cargo. Ele seria, contudo, escolhido com o apoio do PP. A legenda não aceitou e Temer acabou nomeando Barros.

O ministro da Saúde, contudo, foi aconselhado pelo Planalto a dar menos entrevistas polêmicas – como quando criticou o Sistema Único de Saúde (SUS) e afirmou que homens cuidavam menos da saúde porque trabalham mais que as mulheres – e a se aproximar de laboratórios e de representantes do setor que ainda apresentavam resistências ao nome dele.

Rearranjo

Se não promoverá grandes alterações no primeiro escalão federal, o governo vai acelerar, a partir da próxima semana, as nomeações para o segundo e terceiro escalões, sobretudo as vice-presidências da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil, das empresas do setor elétrico e da área nuclear. Em alguns destes setores, ainda existem até 40% dos postos ocupados por servidores indicados pelas gestões do PT.

No novo rearranjo da máquina pública federal, uma legenda que receberá uma atenção especial do Planalto será o PSC. O partido já tem o líder do governo na Câmara, André Moura (SE), mas aliados de Temer reconhecem que a legenda está subdimensionada no governo. A intenção é zerar ao máximo as pendências até o fim de outubro, quando termina a corrida municipal e o governo começará a debater a emenda constitucional que limita os gastos da União e a reforma da Previdência.

 

No Comments Yet

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pular para a barra de ferramentas